Nas últimas décadas, a obesidade tem sido tratada quase exclusivamente como um desequilíbrio calórico. No entanto, nossa equipe sempre acreditou que existia algo além dessa explicação simplista.
Para investigar, selecionamos um caso intrigante: duas irmãs gêmeas idênticas, com DNA, estilo de vida e histórico familiar iguais, mas com diferenças marcantes de composição corporal.

Enquanto uma mantinha peso estável em torno de 65 kg, a outra ultrapassava os 110 kg, apesar de hábitos semelhantes.
Durante seis meses, acompanhamos ambas em ambiente controlado. Avaliamos:
Os resultados iniciais mostraram diferenças mínimas em dieta, hormônios e atividade física. Mas a análise fecal revelou uma discrepância drástica:


Enquanto uma mantinha peso estável em torno de 65 kg, a outra ultrapassava os 110 kg, apesar de hábitos semelhantes.
Para confirmar a hipótese, realizamos transplantes fecais em camundongos gêmeos geneticamente idênticos

Todos foram alimentados com a mesma dieta isocalórica por oito semanas.

Após esse período, observamos que: